Agência Protarget realiza evento para falar sobre tendências e comportamento

Nesta semana, a publicitária Annie Müller, da agência Protarget, recebeu colaboradores, clientes e parceiros para um evento focado nas principais tendências do SXSW, o maior festival de criatividade e inovação do mundo, realizado em Austin, no Texas. Durante o encontro, Annie compartilhou os destaques do evento, com ênfase nos tópicos mais relevantes nas áreas de Comunicação, Tecnologia e Futuro. A apresentação trouxe uma visão das inovações discutidas no festival, com o objetivo de fornecer uma análise aprofundada sobre o impacto dessas tendências no mercado atual.
Segundo a publicitária, que também é diretora de Relacionamento e Novos Negócios da agência Protarget, a edição de 2025 reforçou o futuro como um ecossistema vivo em que inovação, tecnologia e cultura se entrelaçam em constante evolução. Annie também destacou impressões da futurista Amy Webb, que apresentou no SXSW 2025 o conceito de “Inteligência Viva”, uma revolução que integra inteligência artificial, biotecnologia e sensores avançados para criar sistemas capazes de aprender, evoluir e interagir de forma orgânica com o ambiente.

Outro destaque compartilhado foi as relações humanas e suas conexões, sendo a solidão um tema abordado com seriedade e considerado uma epidemia global. De acordo com a empresária, no ambiente corporativo, esse fenômeno se torna um desafio crescente. “A solidão no trabalho impacta diretamente a produtividade e o bem-estar dos colaboradores. Sentir-se desconectado pode levar à desmotivação e ao afastamento, prejudicando tanto o indivíduo quanto a empresa”, explica Annie. A criação de conexões autênticas por empresas não é apenas um diferencial, mas uma necessidade estratégica. “Investir em relacionamentos é essencial para engajamento, inovação e pertencimento”, afirma a publicitária. Para ela, mais do que ampliar o número de contatos, o segredo está em cultivar relações genuínas. “A chave não está em conhecer mais gente, mas em investir nas relações que realmente fazem sentido.”
Nesse contexto, a linguagem adotada pelas marcas é decisiva. “Uma comunicação empática e a construção de comunidades fortalecem o sentimento de pertencer. Assim, mais do que simplesmente transmitir mensagens, as empresas criam laços reais e constroem um ambiente onde as pessoas se sintam conectadas e pertencentes aos valores das empresas”, explica.
Por fim, Annie destacou a relevância dos influenciadores, que, na nova era da economia dos criadores, deixam de ser apenas promotores de marcas e se tornam verdadeiros veículos de mídia. Com audiências engajadas, eles rivalizam com empresas tradicionais na disputa por atenção e investimento. No entanto, a dependência de algoritmos e patrocínios instáveis desafia a sustentabilidade da atividade. Para contornar isso, muitos estão diversificando receitas com canais próprios e novas formas de monetização.
O recado do evento foi claro: marcas que não souberem se conectar a esse novo ecossistema ficarão para trás.