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Aplicativo da Justiça Eleitoral tem mais de 65 mil denúncias de propaganda irregular

Faltando poucos dias para as eleições municipais, a Justiça Eleitoral intensifica o combate a ilegalidades nas campanhas

A poucos dias das eleições municipais, o aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, já contabiliza mais de 65,5 mil denúncias de propaganda irregular, conforme dados divulgados até este domingo, 29 de setembro.

A plataforma, que permite a qualquer cidadão reportar ilegalidades nas publicidades eleitorais, tem sido um importante instrumento de fiscalização nas campanhas.

Entre as denúncias, mais de 35,1 mil estão relacionadas à disputa pelo cargo de vereador, enquanto a campanha para prefeito registrou mais de 17,6 mil casos.

Além disso, partidos, coligações e federações somam 12,4 mil solicitações de apuração.

As irregularidades mais frequentemente reportadas incluem problemas em banners, cartazes e faixas, que representam 21% do total de denúncias.

Comícios geraram 20% das queixas, enquanto 15% referem-se a propagandas na internet.

São Paulo se destaca como o estado com o maior número de denúncias, totalizando 12,6 mil pedidos de apuração.

A capital paulista lidera com 1,7 mil relatos, seguida por São Caetano do Sul, com mais de 500, e Barueri, com mais de 400 queixas.

Minas Gerais e Rio Grande do Sul ocupam a segunda e terceira posição, respectivamente, com cerca de 9,4 mil e 6,5 mil casos.

Comparando com eleições anteriores, o aplicativo recebeu 105.543 denúncias em 2020 e 38.747 em 2022, evidenciando um aumento significativo na utilização da plataforma neste ano.

O aplicativo Pardal está disponível gratuitamente para download em dispositivos Android e iOS. As denúncias realizadas pelos eleitores são encaminhadas ao juiz eleitoral responsável, que tomará as devidas providências para coibir eventuais atos ilícitos.

O app também orienta os usuários sobre o que é permitido e o que é considerado irregular durante as campanhas eleitorais, fortalecendo a participação cidadã na fiscalização do processo democrático.

Fonte
com informações do O SulFoto: TSE/Divulgação

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