
A taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,4% no trimestre encerrado em setembro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados nesta quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse índice é o segundo menor já registrado na série histórica, iniciada em 2012, ficando atrás apenas da taxa de 6,3% observada no final de 2013.
Com a queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando o desemprego marcava 6,9%, o país alcança uma das melhores posições no mercado de trabalho desde o início da década. A comparação com o mesmo período do ano passado revela uma melhora ainda mais expressiva: em setembro de 2023, a taxa de desocupação era de 7,7%.
O contingente de desempregados, que somou 7 milhões de pessoas no último levantamento, é o menor desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015. Esse número representa uma queda de 7,2% frente ao trimestre anterior e de 15,8% na comparação anual, indicando uma recuperação consistente no mercado de trabalho brasileiro.
Por outro lado, o número de pessoas empregadas atingiu um novo recorde da série histórica, totalizando 103 milhões de trabalhadores em atividade. Esse avanço reflete um crescimento de 1,2% no trimestre e de 3,2% na comparação anual, conforme o IBGE.
Com o aumento da ocupação, o nível de pessoas em idade de trabalhar (a partir dos 14 anos) que estão empregadas no Brasil chegou a 58,4%, o maior patamar para um trimestre encerrado em setembro.