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RS criou 10,2 mil novos empregos formais em setembro

O Rio Grande do Sul registrou em setembro a criação de 10,2 mil novas vagas de emprego com carteira assinada, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo positivo resulta de 124 mil admissões e 113,8 mil demissões ao longo do mês, consolidando uma trajetória de recuperação no mercado de trabalho gaúcho.

O setor de serviços foi o principal responsável pelo avanço, com um saldo de 5,86 mil empregos, mantendo-se como motor da retomada econômica do Estado. Em segundo lugar no ranking de geração de vagas está o comércio, com 3 mil postos de trabalho criados, seguido pela construção civil, que adicionou 1,36 mil vagas formais. A indústria, por outro lado, foi o único setor a apresentar saldo negativo, com o fechamento de 237 postos no período.

O secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional do Rio Grande do Sul, Gilmar Sossella, celebrou os números, reforçando o efeito das políticas públicas e investimentos no setor. “Temos certeza de que as políticas públicas e os investimentos do governo do Estado contribuíram muito para essa retomada da economia e da empregabilidade”, afirmou. Ele destacou também o programa RS Qualificação, iniciativa que já promoveu a capacitação de mais de 16 mil pessoas em áreas estratégicas para o crescimento econômico.

Acumulado de janeiro a setembro

No acumulado de 2024, o Rio Grande do Sul registra um saldo positivo de 66 mil vagas formais, com 1.172.080 admissões e 1.106.012 demissões, consolidando a tendência de recuperação econômica mesmo após as enchentes que impactaram o Estado. Com isso, o RS ocupa a oitava posição entre os Estados com maior saldo de vagas com carteira assinada no Brasil no ano. O setor de serviços novamente se destaca no acumulado, com 34,8 mil empregos formais gerados, seguido de perto pelo comércio e pela construção.

A continuidade do crescimento em meio a um cenário adverso, impulsionada por setores estratégicos e programas de capacitação, revela uma recuperação gradual da economia gaúcha, especialmente após as enchentes que afetaram diretamente a geração de empregos.

Fonte
com informações d'O Sul

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